sábado, 23 de maio de 2009

Assuntos interessantes

Por Marcela Magalhães

O poder da comunicação é incrível nos dias de hoje, podemos fazer com que o mundo saiba de nossas idéias, e colabore com as suas, por isso venho aqui pedir um grande favor, o pessoal que sempre dá uma olhada no blog, passe idéias, temas, sugestões sobre história e geografia, o mundo não pára e o blog também não irá parar.

A primeira dica que eu dou é conversarmos sobre os Caminhos de Santiago, como a fé rege a travessia de árduos dias, pelas estradas tortuosas, mas com vista incrível.

Temos uma caminhada que começam com várias direções mas que terminam em um só local: Santiago de Compostela, onde está o túmulo do Apóstolo Tiago, que fez uma peregrinação de Jerusalém até a Europa Ibérica.

O caminho fascina, e encanta, muitos fazem à pé, mas outros fazem de bicicleta, mas não importa como, mas a maneira como você retornará dessa viagem, o tempo de caminhada no silêncio, sem os barulhos do cotidiano caótico das cidades modernas, onde não conseguimos ouvir nossos pensamentos.

Imagino como seria interessante fazer o que as pessoas da época medieval faziam, os locais onde iam, e como era a Terra naquela época, sem os carros, ônibus, aviões, buzinas, poluição do ar e sonora, nesse caminho podemos conhecer nós mesmos, nossas limitações ou até nossas forças.

Irei aprofundar mais sobre esse assunto daqui a alguns dias, onde eu terei mais informações.

Abaixo segue um mapa dos caminhos que podem ser feitos, e que eram praticados em épocas atrás.



Por enquanto é isso.

A Série Caminhos de Santiago está para começar... aguarde...

terça-feira, 12 de maio de 2009

NEPEEGH

Por Marcela Magalhães

Olá pessoal, estou aqui para fazer um pedido, quem estiver interessado para fazer um estágio no NEPEEGH, o núcleo de extensão de história e geografia da unoeste.

É um núcleo interdepartamental que permite o intercâmbio entre a pesquisa, ensino e extensão, e oferece condições para que a comunidade estudantil de Presidente Prudente e região possa usufruir de um espaço acadêmico aberto ao conhecimento sobre Geografia e História. O núcleo disponibiliza ainda um espaço para atividades de extensão como cursos, palestras, exposições, exibição de documentários e filmes, servindo de apoio ao aluno pesquisador.

O Neepegh oferta ao docente e discente a oportunidade de aprofundar os conteúdos específicos desenvolvidos em sala de aula, através da pesquisa e extensão, e estreitar a relação professor/aluno por meio da orientação.

O núcleo realiza atendimento interno e externo, e seu funcionamento é feito por monitoria de alunos pesquisadores, desenvolvido a partir de um cronograma e por professores em atividades extra-sala de aula.

Atividades desenvolvidas

Palestras;
Debates;
Mesas-redondas;
Visitas monitoradas;
Orientações técnicas;
Mostras artístico-culturais;
Exposições.


Então faça parte do que já é nosso.

O estágio não é remunerado e nem ganha horas por isso, mas o importante é o crescimento que o aluno terá ao participar.
Obrigada e é só.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Jornada de Educação da FACLEPP

Por Marcela Magalhães

Essa semana (de 04 a 08 de maio) a FACLEPP tem o prazer de realizar a X Jornada de Educação da FACLEPP, onde os alunos podem conhecer um pouco mais sobre determinadas matérias e assuntos que nas aulas normais não podem ser vistas com tanto afinco.

No primeiro dia, assisti a apresentação da Orquestra da escola de música Jupyra Cunha Marcondes (onde tive o prazer de estudar violino), que fez a abertura da Jornada, de forma bela e interessante, fazendo com que nós ouvissemos absortos as melodias, tive o prazer de assistir a Conferência do Prof. Dr. José Arana Varela que é o Vice-presidente da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado De São Paulo) e professor da Unesp de Araraquara que discursou sobre a importância do aluno fazer Iniciação Científica, que é papel de todos contribuir para o crescimento científico do país.

Ontem escolhi, entre tantas opções, o Mini-curso Albert Einstein: Vida e Ciência com o Prof. Me. César Vanderlei Nascimento da própria Unoeste, que falou sobre a vida de Einstein e quais suas abordagens e descobertas na física e matemática que ajudam tanto nas nossas vidas.

Hoje tive o prazer de assistir o mini-curso administrado pelo Prof. Dr. Décio Lima de Vasconcelos Júnior também da Unoeste com o tema Universo: além do sistema solar. Que abordou de forma concreta e com muitas imagens fascinantes sobre o Universo, como ele é extenso e incrível, mesmo no que podemos e no que não podemos ver. As imagens que comparavam o tamanho dos planetas entre eles, é incrível, percebemos como a Terra é pequena em comparação a outros planetas deste e de outros sistemas.
Logo postarei algumas fotos dessa palestra.

A amanhã irei assistir ao mini-curso Astronomia ao alcance de todos, que será no planetário da Cidade da Criança, espero que seja tão boa a apresentação quanto no planetário Usach na cidade de Santiago no Chile que foi extremamente fascinante.




É isso por enquanto, só deixo um recado para os alunos que não participaram dessa Jornada, que o conhecimento é a chave para o futuro, e perder oportunidades de adquirir conhecimentos diferentes fará falta para sua vida. Eu sou aluna de História mas eu assisti mini-curso de química, ciências biológicas e geografia e vou assistir um de física, por não ser minha matéria não quer dizer que não seja interessante acompanhar e dar uma olhada.

Aprenda em qualquer lugar, em qualquer hora, mas aprenda alguma coisa.

É só.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

WWF
















Por Marcela Magalhães

A WWF é uma ong séria que realmente se preocupa com o mundo, e quer proteger nossa natureza, por isso estou colocando essa imagem para que o pessoal possa entrar no site da WWF e desfrutar de algumas informações relevantes sobre o mundo e como podemos ajudar a nossa natureza.

O site é esse: www.wwf.org.br

terça-feira, 28 de abril de 2009

Reforma Agrária Americana


Por Marcela Magalhães e Michelle Lopes


Outro assunto importante que a Prof. Maria Helena colocou na aula passada é sobre a reforma agrária, que acontece e já aconteceu em muitos lugares do mundo.


Para representar uma reforma agrária diferente da brasileira iremos abordar a Reforma Agrária Americana.


A Reforma Agrária significa o melhoramento das instituições econômicas agrárias, por exemplo: da propriedade da terra e do arrendamento; dos pagamentos por arrendamento; da proteção do solo e da renda, do crédito e do mercado agrário.


Inicialmente, coube a Thomas Jefferson, no século XVIII, compreender a relevância da questão agrária, quando era governador do Estado da Virgínia. Na época colonial, muitos indivíduos conseguiram muitas extensões de terras dadas pela Coroa. As grandes famílias para perpetuar o latifúndio baseavam-se no princípio inglês de preeminência do filho mais velho. Então, a reforma das instituições agrárias americanas iniciou com ruptura deste princípio, mediante projeto ou “Bill”, depois lei.


O Presidente Abraham Lincoln, em 1862, promulgou a Homestead Law, sendo de fato, a reforma agrária processada nos EUA. Esta, assegurava a cada cidadão ou na iminência de sê-lo, o direito de requerer uma propriedade de até 160 acres de terra do Estado, com o pagamento de uma taxa de 1 dólar e 25 centavos, com reconhecimento do domínio pleno, após cinco anos de posse efetiva da terra. Mais tarde, esse direito foi modificado para aquisição de área de até 640 acres. (acre = medida agrária equivalente a 4.046,84m2)

Lincoln garantiu a impenhorabilidade da pequena propriedade agrícola, para desta maneira, consolidar a reforma agrária realizada, além de possibilitar a estabilidade da família rural.

A população rural americana continua sempre decrescente. Todavia a mecanização da agricultura e o uso de fertilizantes permitiram o aumento da produtividade, bem como a exportação de alimentos.

Em 1974, o percentual da população rural americana sobre a população total do país era de 8%. Nos dias de hoje, esse percentual é ainda menor (3%), todavia, apresenta elevado grau de produtividade, com cerca de 1.161 milhões de hectares de área cultivável, sendo, efetivamente, uma grande potência agrícola mundial.


Quase todos os países do mundo tiveram ou estão no processo de reforma agrária, mas cada um tem uma característica e em alguns locais deu certo e em outro não.
Fonte: Pinto Ferreira, 2002

Agradecimento


Por Marcela Magalhães


Olá amigos que acompanham o blog Histo e Grafia, estou aqui para agradecer as palavras de incentivo e carinho que todos estão me fornecendo. Está sendo gratificante recebê-las e com elas percebo que o blog é importante para os nossos cursos, de forma a acrescentar mais à nossas vidas acadêmicas.

Quero agradecer a Reitora da universidade Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima e o Pró-Reitor Acadêmico: José Eduardo Creste, que estão trabalhando para ajudar a divulgar o blog de forma séria, tanto no site quanto pelos jornais de Presidente Prudente com auxílio da assessoria de imprensa. Quero agradecer também as Professoras Maria Helena Pereira Oliveira e Alba Lucena Fernandes Gandia que me ajudam muito a acrescentar mais e mais ao blog.

A Débora André que fez a matéria que saiu no site e nos Jornais de Prudente, eu adorei o texto e a foto, ficaram ótimos.

E agora tenho uma parceira de pauta a Michelle Betinardi Lopes que é do curso de Geografia e que irá me ajudar a colocar mais lenha nesse blog.

Obrigada a todos que me elogiaram ou que me criticaram, pois isso é importante para que possamos crescer mais e mais.



Até logo




Para ler a matéria no site da UNOESTE entre nesse link: http://www.unoeste.br/site/destaques/not_destaque.asp?ID=2722

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Skinhead: cultura?

Por Marcela Magalhães

Bom ontem na aula de Geografia foi abordado sobre os skinheads, e como não são todas as pessoas que sabem sobre eles vou colocar um breve texto explicando sobre esse grupo.

Skinhead é o nome de uma subcultura caracterizada pelo corte de cabelo muito curto ou rapado (há algumas exceções), um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, ao futebol e ao hábito de beber cerveja. A cultura skinhead é também ligada à música, especialmente ska, skinhead reggae e Oi!, mas também punk rock e hardcore. Suas origens remetem ao Reino Unido na década de 1960, onde são proximamente ligados com os rude boys e os Mod da Inglaterra.

Características:

A cultura skinhead da década de 1960 era formada majoritariamente por jovens da classe operária britânica. O vestuário skinhead, com botas e suspensórios, reflete em certa medida a indumentária operária da Inglaterra desta época.
Existem diversas particularidades culturais e ideológicas que definem diferentes tipos de skinheads.
No aspecto geral:
Os tradicionais, ou trads, que estão mais intimamente ligado aos costumes da década de 1960, especialmente a versão inglesa dos rude-boys.
Os boot-boys (mais tarde chamados de skinhead Oi! ou simplesmente skinhead), forma exagerada e quase caricatural do estilo tradicional e que se tornou a vertente mais comum a partir da década de 1980.
Os casuais são uma continuação da evolução skinhead, que evoluiram dos hooligans. O estilo ganhou força nos tempos em que se foi proibida a entrada de pessoas com botas dentro dos estádios de futebol, o que obrigou os skins fanáticos pela bolinha, e também, por brigas futebolísticas, a diversificar um pouco seu vestuário, trocando as botas pelo tênis. Com o passar dos tempos o visual dos casuais também evoluiu e ganhou características próprias, sendo utilizado como disfarce para brigas entre hooligans.
Outros grupos de curta existência como smoothies, suedeheads, crombie boy e outros.
Nas divergências ideológicas (iniciadas na década de 1980):
Os chamados apolíticos, que se alienam deliberadamente das questões ideológicas da cultura skinhead, travando relações com qualquer dos grupos abaixo (no Brasil, esse tipo é comum em Curitiba).
Os white power (ou bonehead, como são chamados perjorativamente dentro da cultura skinhead) são defensores da ideologia neo-nazista ou racialista. Sua origem é o sucesso da banda neo-nazista Skrewdriver e a as ações das organizações também neo-nazistas National Front e British Movement que a partir de então aproveitaram da xenofobia (o chamado paki-bash, espancamento de paquistaneses e outros asiáticos) e nacionalismo despolitizado de alguns skinheads para organizar alguns indivíduos brancos num movimento branco-separatista.
Os SHARP, abreviação de Skinheads Against Racial Prejudice ("skinheads contra o preconceito racial"), originalmente um grupo de combate aos white-powers e mais tarde, com a difusão do movimento racista, uma forma de identificar um skinhead como não-racista.
Os RASH, Red and Anarchists Skinheads ("skinheads vermelhos e anarquistas"), que promoviam ideologias esquerdistas a princípio como mais uma forma de combate aos white-powers e mais tarde também como forma de combater o caráter direitista da fase politizada da cultura skinhead em geral.

Fonte: wikipédia.

Não falar bem e nem mal dessa 'sub-cultura' porque não estamos aqui para julgar ninguém, mas precisamos analisar os pontos positivos e negativos dos skinheads, de onde vem a ideologia deles, para justificar seus comportamentos.